Desenvolvimento de software à medida
Construímos plataformas, sistemas e aplicações para empresas em que o programa de prateleira não serve e a folha de cálculo deixou de chegar. Trabalhamos por versões: primeiro uma que já resolve parte do problema, em seis semanas, depois o resto. Não vendemos licenças de ERP — a recomendação técnica não defende receita nenhuma.
O ponto de partida
Quando o programa de prateleira deixa de servir.
A maior parte das empresas deve usar programas prontos, e dizemo-lo com frequência. O software à medida justifica-se quando o processo que dá vantagem competitiva não cabe em nenhum produto do mercado, ou quando se pagam licenças por dez funcionalidades para usar duas.
O processo é seu
Se a forma como trabalha é o que a distingue da concorrência, obrigar a empresa a caber num produto genérico é abdicar precisamente disso.
As licenças não param de subir
Utilizadores a mais, módulos que não usa, valores que aumentam todos os anos. A partir de certo ponto, construir uma vez sai mais barato do que alugar para sempre.
A informação está dispersa
Quando o que decide o negócio vive em folhas de cálculo, ficheiros partilhados e conversas, o problema não é o formato: é não haver uma fonte única.
A decisão
À medida ou solução pronta.
A pergunta certa não é qual é melhor. É o que custa mais ao fim de três anos. Uma solução pronta custa menos para arrancar e obriga a empresa a mudar o processo; um sistema à medida custa mais no início e molda-se ao que já funciona. Quando a diferença é pequena, dizemos-lhe para comprar pronto.
Compre pronto se
O processo é comum a todas as empresas do setor — faturação, contabilidade, gestão documental. Há produtos maduros, testados por milhares de empresas, e refazê-los é desperdício.
Construa à medida se
O processo é o que distingue a empresa, precisa de dar acesso a clientes ou parceiros sem abrir o sistema interno, ou já está a pagar licenças por funcionalidades que ninguém usa.
Como trabalhamos
Por versões, não de uma vez.
Não construímos sistemas completos antes de alguém os usar. A primeira versão resolve a parte que dói mais e entra em funcionamento com pessoas reais em seis semanas. O resto constrói-se com a informação que só aparece depois — e que quase nunca coincide com o que estava previsto no início.
Delimitar
Perceber o processo por dentro e decidir o que entra na primeira versão. É aqui que se descobre, com frequência, que metade do que foi pedido não é preciso.
Construir
Seis semanas até uma versão que já se usa a sério. Com pontos de situação pelo meio e decisões discutidas quando aparecem, não no fim.
Pôr em uso
Instalação no servidor da empresa, migração dos dados que existem e acompanhamento das primeiras semanas de utilização real.
Evoluir
O que se aprende com o uso define o que vem a seguir. Cada versão seguinte é delimitada da mesma forma, com âmbito e prazo próprios.
Independência
Os dados ficam no seu servidor. O código, na sua posse.
O sistema é instalado na infraestrutura da sua empresa, não numa plataforma nossa. Isso significa que os dados nunca saem do seu controlo, que não há subscrição para continuar a aceder ao que é seu, e que mudar de equipa de desenvolvimento é uma decisão sua e não uma negociação.
Dados no servidor da empresa
Sem dependência de uma plataforma de terceiros para aceder à informação do negócio. Define-se consigo onde fica alojado e com que cópias de segurança.
Código-fonte e acessos seus
Em repositório em nome da empresa. Se um dia quiser continuar com outra equipa, leva tudo e não precisa de autorização nossa.
Sem licenças nossas por cima
Não vendemos ERP nem software de terceiros, por isso a arquitetura que propomos não está a proteger receita de licenciamento de ninguém.
O que construímos
Plataformas, sistemas e aplicações móveis.
Aplicações web abertas no navegador, sem instalação em cada computador, e aplicações móveis nativas quando o uso o exige — câmara, localização, funcionamento sem rede ou notificações que têm mesmo de chegar.
Plataformas com utilizadores
Áreas reservadas para clientes ou parceiros, com perfis de permissões, registo de acessos e separação clara entre quem vê o quê.
Sistemas de gestão interna
O processo da empresa transformado em ecrãs que as pessoas usam todos os dias, com a informação num sítio só.
Aplicações móveis nativas
Para iOS e Android, quando é preciso câmara, sensores, funcionamento em zonas sem rede ou notificações fiáveis.
Integrações e painéis
Ligação ao que já existe — faturação, ERP, folhas de cálculo — e painéis que mostram o que interessa decidir.
Prova
Construímos produtos nossos, não só projetos de clientes.
Ter produto próprio obriga a viver com as decisões que se tomam. Um erro de arquitetura num projeto de cliente entrega-se e esquece-se; num produto nosso, paga-se todos os meses. Isso muda a forma de decidir.
MyBarber
Gestão completa de uma barbearia — agenda, clientes, serviços e financeiro — com a marcação a acontecer dentro de uma conversa, sem instalar nada. Um sistema com utilizadores internos e clientes finais ao mesmo tempo.
Nura
Identificação de espécies por som e por imagem, com painel de gestão para quem administra o território. Dois perfis de utilizador com necessidades opostas, no mesmo sistema.
Ver os projetos publicados, incluindo sites, campanhas e plataformas.
Adequação
Para quem serve, e para quem não serve.
Faz sentido se
- Tem um processo próprio que já não cabe no programa que comprou.
- Paga licenças por dezenas de funcionalidades para usar três.
- Precisa de dar acesso a clientes ou parceiros sem abrir o sistema interno.
- Quer os dados no seu servidor e o código na sua posse.
Não faz sentido se
- Quer um clone mais barato de um programa comercial. Vai custar mais e valer menos.
- Não tem alguém do lado de dentro disponível para decidir durante o projeto.
- Só precisa de ligar dois sistemas que já existem. Isso é automação e custa uma fração.
- Só precisa de comunicar e receber contactos. Isso é um site.
Investimento
Como se define o valor.
Depende do número de percursos que o sistema tem de suportar, dos perfis de utilizador, das integrações necessárias e do volume de dados. Delimitamos a primeira versão por escrito, com âmbito e prazo, para que a decisão de avançar seja tomada sobre um número concreto — e só depois se decide o que vem a seguir.
Perguntas frequentes
O que nos perguntam antes de começar.
Compensa fazer software à medida ou comprar um programa pronto?
Compensa comprar pronto quando o processo é comum a todas as empresas do setor — faturação, contabilidade, gestão documental. Compensa fazer à medida quando o processo é o que distingue a empresa, ou quando se pagam licenças por funcionalidades que ninguém usa. Se a diferença for pequena, dizemos-lhe para comprar pronto.
Quanto tempo demora até ter alguma coisa a funcionar?
Seis semanas até uma primeira versão que entra em uso com pessoas reais. Não é uma demonstração nem um protótipo: é a parte do sistema que já resolve o problema mais urgente. O resto constrói-se a partir do que se aprende com essa utilização.
Quanto custa desenvolver uma plataforma?
Depende do número de percursos que o sistema tem de suportar, dos perfis de utilizador, das integrações e do volume de dados. Delimitamos a primeira versão com âmbito e prazo definidos por escrito, para que a decisão seja tomada sobre um número concreto e não sobre uma estimativa vaga.
Onde ficam alojados os dados?
No servidor da sua empresa. O sistema é instalado na sua infraestrutura, não numa plataforma nossa, por isso a informação do negócio nunca depende de uma subscrição para continuar acessível. Definimos consigo o alojamento e as cópias de segurança.
O código fica na minha posse?
Fica. Código-fonte, dados e acessos em nome da sua empresa, em repositório próprio. Se um dia quiser continuar com outra equipa, leva tudo consigo e não precisa de autorização nossa. Um sistema que a empresa não pode levar não é um ativo — é uma dependência.
Integra com o ERP e o programa de faturação que já uso?
Na maior parte dos casos sim, através das interfaces que esses programas disponibilizam. Verificamos isso antes de propor seja o que for, porque é aí que os projetos descarrilam. Quando não existe via oficial, dizemos qual é a alternativa e o que ela custa em fiabilidade.
O que acontece se a Shiftx deixar de existir?
É a pergunta certa e quase ninguém a faz em voz alta. Como o código, os dados e os acessos estão em nome da sua empresa e a documentação fica com o projeto, outra equipa consegue continuar. Não usamos tecnologia proprietária nossa que impeça isso.
Fazem aplicações para telemóvel?
Fazemos, nativas para iOS e Android, quando o uso o justifica: câmara, sensores, funcionamento em zonas sem rede ou notificações que têm de chegar. Quando não é esse o caso, uma aplicação web bem construída funciona no telemóvel e custa menos a manter.
É preciso instalar alguma coisa nos computadores?
Nas aplicações web não. Abrem no navegador, o que evita instalações, versões diferentes por posto e problemas de compatibilidade. Funcionam em computador e telemóvel com o mesmo acesso, independentemente do sistema operativo de cada máquina.
Quanto custa manter o sistema depois de entregue?
Depende do que foi construído e de quem o usa. Um sistema com cinco utilizadores internos e outro com clientes a entrar todos os dias não têm as mesmas necessidades de suporte, de segurança nem de evolução. Define-se caso a caso, sem pacote fixo.
Primeiro passo
Descreva o processo, não o sistema.
Não precisa de trazer especificações nem lista de funcionalidades. Conte como o trabalho acontece hoje e onde é que emperra. A primeira coisa que fazemos é delimitar — e em metade das conversas a conclusão é que o problema se resolve com menos do que se pensava.