Estudos
Reunimos estatística pública sobre o mercado português, colocamo-la lado a lado com a Europa e mostramos o universo e a fonte de cada número. Não são sondagens nossas, não vendem nada e podem ser citados por quem quiser — desde que a fonte fique ao lado.
Edição em curso
O que está publicado.
O estado do marketing digital em Portugal
A distância entre a audiência que Portugal já tem e a capacidade das empresas para a transformar em clientes. Audiência, maturidade digital, adoção de inteligência artificial, investimento em publicidade, comércio eletrónico e competências, com comparação europeia.
Primeira edição · setembro de 2026 · 543 observações · 29 fontes
Como usamos estes dados
Os estudos servem primeiro para trabalhar melhor: um número com universo e fonte à vista evita decisões tomadas por intuição, nossas e de quem nos contrata.
São de acesso livre e podem ser citados em trabalhos académicos, em imprensa e em apresentações comerciais. O único pedido é que a fonte acompanhe o número.
Método
O que estes estudos recusam fazer.
As regras são as mesmas em todas as edições, e estão escritas dentro de cada estudo. São elas que tornam os números utilizáveis por quem precisa de os citar.
Não encadeamos séries com métodos diferentes
Quando a fonte muda a definição, a variação pode ser do método e não do mercado.
Não somamos categorias que se sobrepõem
Audiências, formatos e canais sobrepõem-se; a soma dá um total maior do que o real.
Não construímos índices gerais
Pesos arbitrários escondem o que sustenta cada dimensão.
Não transformamos adoção em causa
Uma empresa com CRM não vende necessariamente mais.
Trabalho
Medimos o mercado. Também medimos o seu caso.
A mesma disciplina que usamos nestes estudos aplica-se a um cliente: universo declarado, fonte à vista e nenhuma conclusão sem um número que a sustente.